O volume armazenado nos reservatórios que abastecem a Grande SP continua em declínio no mês de agosto. De acordo com dados atualizados no domingo (17) pela Sabesp, o nível geral está em 40,8% da capacidade, com queda de 0,3 ponto percentual em relação ao dia anterior. Situação dos principais sistemasCantareira – Opera com 37,5% de sua capacidade, registrando variação negativa de 0,3%. O acumulado de chuva em agosto é de apenas 0,5 mm, muito abaixo da média histórica de 34,2 mm. Alto Tietê – Com 32,3% de volume armazenado, caiu 0,2% nas últimas 24h. O mês soma 2,2 mm de chuva, frente a uma média de 30 mm. Guarapiranga – Está com 57,8% de capacidade e registrou queda de 0,4%. A pluviometria de agosto chega a 4 mm, bem inferior à média de 39,8 mm. Cotia – Apresenta 63,2% de armazenamento, com redução de 0,4% e apenas 3,6 mm de chuva no mês. Rio Grande – Com 61,6%, teve queda de 0,3%. Apesar de somar 7,8 mm de chuva, o valor segue abaixo da média histórica de 48,4 mm. Rio Claro – Um dos mais críticos, opera com 27,5% da capacidade, queda de 0,4%. O acumulado de chuva é de 20,4 mm, contra a média de 100,1 mm para agosto. São Lourenço – Registra 60,4% de armazenamento, variação negativa de 0,5% e apenas 2 mm de chuva no mês, frente à média histórica de 60,7 mm. Chuvas muito abaixo da médiaOs dados pluviométricos mostram que, até o momento, todos os sistemas acumulam volumes muito abaixo do esperado para o mês. A ausência de precipitação significativa agrava a queda nos níveis de armazenamento, situação típica para o período seco, mas que preocupa pelo ritmo de redução. Risco para o abastecimentoCom a proximidade da primavera e a expectativa de retorno das chuvas regulares apenas em meados de setembro ou outubro, a atenção sobre os níveis dos mananciais aumenta. A manutenção de volumes baixos pode pressionar o abastecimento e exigir medidas preventivas para evitar maiores impactos no fornecimento de água à população. Do Climatempo – Foto: Beto Kodiak











