O ano letivo começou nesta segunda-feira (2) na rede estadual, incluindo as 100 unidades que aderiram ao programa Escola Cívico-Militar. As escolas estão distribuídas na capital e em 88 cidades da região metropolitana, litoral e interior. Todas foram selecionadas após consulta pública com as comunidades.
Na região, temos as seguintes escolas:
Basílio Bosniac — Carapicuíba
Salomão Jorge Deputado — Carapicuíba
Jardim do Carmo — Itapecerica da Serra
Dorvalino Abílio Teixeira — Jandira
Lênio Vieira de Moraes Professor — Barueri
Gastão Ramos Professor — Osasco
Rosa Bonfiglioli — Osasco
Valêncio Soares Rodrigues — Vargem Grande Paulista
Eduardo Vaz Doutor — Embu das Artes
Além da manutenção da carga horária (parcial ou integral), as ECM seguirão o Currículo Paulista, avaliações e projetos definidos pela Secretaria da Educação. O principal diferencial é o apoio de policiais militares da reserva que atuarão como monitores na segurança, disciplina, acolhimento e na promoção de valores cívicos.
Foram selecionados para as funções de monitores candidatos aprovados por uma banca avaliadora após análise de títulos e documentos comprobatórios da aptidão para o desempenho das tarefas nas escolas. Todos os militares do Programa Escola Cívico-Militar serão avaliados periodicamente, por diretores e alunos, e submetidos ao processo semestral de avaliação de desempenho para verificar adaptação e permanência no modelo. Além disso, os monitores devem, obrigatoriamente, participar de curso de capacitação, com carga horária mínima de 40 horas.
Regimento interno
Para garantir um ambiente de respeito mútuo e de cuidado com os direitos e os deveres dos integrantes do ECM, foi elaborado um regimento interno específico para as 100 unidades do modelo. Todas as decisões da gestão escolar permanecem sob responsabilidade do diretor da unidade escolar nomeado pela Secretaria.
De acordo com o guia, o respeito e a disciplina previstos nas unidades cívico-militares não significam o cerceamento da liberdade de se expressar ou de expor opiniões e ideias. Mas o uso dessa liberdade com responsabilidade e de acordo com o bem comum. As orientações, por sua vez, devem ser encaradas como um instrumento a serviço da formação integral do aluno, não sendo desejáveis o rigor excessivo ou leniência na aplicação.
Foto: Flávio Florido/EducaçãoSP










