O Conselho de Administração do São Paulo Futebol Clube deve votar nos próximos dias a criação do FIP (Fundo de Investimento em Participações) de Cotia, que será administrado pela gestora Galápagos Capital. Caso o projeto seja aprovado, a proposta seguirá para análise e deliberação no Conselho Deliberativo do Tricolor.
Segundo fontes próximas ao negócio, o clube projeta um aporte inicial que deve variar entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões, valor considerado estratégico para fortalecer a base e o centro de treinamento em Cotia, referência na formação de jovens talentos.
Apesar das especulações, a movimentação não tem relação direta com o empresário grego Evangelos Marinakis. O modelo de parceria discutido no ano passado não deve avançar neste momento, embora o investidor siga em contato com o clube e possa participar futuramente de novos aportes em Cotia.
Em entrevista ao jornalista Gabriel Sá, do Arquibancada Tricolor, o presidente Julio Casares chegou a comentar sobre as conversas com Marinakis.
“Eu já tive duas vezes com ele. Falamos sempre. O problema é que é algo tão complexo que tem que ser feito com muito critério. O Alan Franco demorou a renovação. Demorou. Tem que ser feito com critério. Tudo ainda mais uma parceria, um acordo operacional. O que eu posso garantir a você e eu quero aproveitar todo. O São Paulo jamais vai vender a base. É um acordo operacional. Aliás, é um acordo muito inteligente. O São Paulo, nesse projeto, vai ser talvez a grande redenção do futuro do São Paulo. Então, o que nós estamos falando? Como vamos avançar no acordo operacional? Mas teremos algo mais forte ainda para que a nossa gente possa ser representada nesse investimento”.
Por Vanessa Dias – Arqtricolor – Veja mais:
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